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Sobre

Capital paciente, com a mão na operação

Barbosa Batista Capital é o braço de investimento do grupo. Aplica capital próprio em tecnologia aplicada e em empresas operacionais onde a mudança de estrutura e de gestão é o que libera valor.

A tese de private equity vem de uma observação repetida em mandatos de reestruturação: muitas empresas que chegam quebradas não têm problema operacional. Têm um bom negócio embaixo de uma estrutura de capital errada, de uma sucessão adiada por dez anos ou de uma sociedade que parou de se entender. O ativo é bom; o que quebrou foi o desenho em volta dele.

Esse tipo de empresa é mal atendido pelo mercado. O comprador estratégico quer tudo resolvido antes de entrar. O fundo tradicional trabalha com prazo de desinvestimento e evita o que exige mão na operação. Sobra o oportunista, que precifica a pressa do vendedor. Existe espaço entre essas alternativas para quem sabe ler o problema e tem estrutura para resolvê-lo.

A tese de venture nasceu do outro lado: o grupo construiu software para resolver o próprio problema, em saúde, em jurídico e em serviços, e descobriu que o produto valia para o mercado inteiro. Por isso o recorte é estreito de propósito. Investimos onde já vendemos, já apanhamos e conseguimos abrir porta, porque distribuição é o que falta à maioria dos fundadores, não capital.

Por ser capital próprio, sem prazo de fundo, a Capital pode fazer poucas operações por ano e ficar o tempo que o negócio exigir. As demais empresas do grupo dão a esta frente algo raro: diagnóstico, instrumento jurídico, contabilidade e, quando há ativo a vender, um processo competitivo com prazo. Cada uma atua com contrato e remuneração próprios.

  • Horizonte do negócio

    Sem prazo de fundo para cumprir, a decisão de vender depende de o ativo estar pronto, não do calendário de um cotista.

  • Poucas operações por ano

    Envolvimento real limita o número. Preferimos três teses bem executadas a doze participações que ninguém acompanha de perto.

  • Um não rápido é um favor

    Quando não é para nós, dizemos em sete dias e explicamos por quê. Processo arrastado custa caro para quem já está sob pressão.

O que esta empresa é, e o que ela não é

Cada negócio do grupo tem objeto social, contrato e responsabilidade próprios. Deixar isso explícito evita confusão de papéis, que é o principal risco de um grupo com frentes complementares.

Barbosa Batista Capital investe capital próprio. Não capta recursos de terceiros, não oferta valores mobiliários, não administra nem gere carteira de valores mobiliários e não presta consultoria de investimentos, atividades sujeitas a registro na CVM.

Nada neste site constitui oferta, promessa de rentabilidade ou recomendação de investimento. As informações sobre as empresas do portfólio são gerais, não substituem análise própria e não representam garantia de desempenho futuro.

Se o problema tem nome, provavelmente tem solução

Dívida, sucessão, governança ou uma empresa de tecnologia travada em distribuição: são justamente esses os casos em que uma conversa vale mais que um processo formal de venda.